Na semana passada o jornal O Popular fez uma matéria sobre a sinalização de trânsito de Goiânia, que é péssima por sinal. (Juro que o trocadilho não intencional. Talvez um piada do meu inconsciente).
Depois dos relatos da repórter Malu Longo, com fotos de Sebastião Nogueira, a Agência Municipal de Trânsito (AMT) resolveu agir e refez algumas faixas de pedestre. Uma delas é a que está abaixo. Ela fica na porta da Organização Jaime Câmara.
Gesto interessante o da AMT. De certo foi para “mostrar serviço”. O problema é que as faixas abaixo não foram “privilegiadas”.


Detalhe: essas faixas sem tinta ficam na mesma quadra da que recebeu reforço, ou seja, também na mesma área da Organização Jaime Câmara.
Conclusão: o gesto da AMT é um recorte de como a gestão pública cuida do trânsito de Goiânia.
E essa não é o primeiro problema do tipo. Há alguns meses a AMT (que na época era Superintendência, ou seja, SMT) colocava uma dupla de jovens para auxiliar a travessia de pedestres na mesma faixa em frente à Jaime Câmara.
A impressão que fica é de que o trabalho era para “mostrar serviço”, já que em pontos cruciais de passagem de pedestres não havia ninguém para dar uma forcinha e ajudar na educação dos motoristas.
Detalhe sórdido: A AMT reconhece que a tinta é ruim.
Conclusão: o gesto da AMT é um recorte de como a gestão pública cuida do trânsito de Goiânia.
E essa não é o primeiro problema do tipo. Há alguns meses a AMT (que na época era Superintendência, ou seja, SMT) colocava uma dupla de jovens para auxiliar a travessia de pedestres na mesma faixa em frente à Jaime Câmara.
A impressão que fica é de que o trabalho era para “mostrar serviço”, já que em pontos cruciais de passagem de pedestres não havia ninguém para dar uma forcinha e ajudar na educação dos motoristas.
Detalhe sórdido: A AMT reconhece que a tinta é ruim.






