domingo, 30 de agosto de 2009

Seleção para limpeza na política

Vida pregressa é uma coisa que pesa.

No trabalho, num concurso público, em uma entrevista de emprego... nosso passado pode nos ajudar ou até mesmo condenar.

A própria CLT permite demissão caso o trabalhador seja condenado por crime doloso. E a gente se submete.

E por que os políticos também não seguem essa regra?

Quando se candidatam eles devem ter uma vida sem condenação por crimes como homicídio, estupro, agressão e principalmente sem envolvimento por desvio de verbas ou mau uso do dinheiro público.

Hoje em dia essa regra não existe. Mas ela está no papel, pronta para ser posta em prática, com o abaixo assinado do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral.

A idéia é apresentar um projeto de lei de iniciativa popular que barre a candidatura de quem tem a ficha suja.

Atualmente o projeto tem um milhão de assinaturas, mas faltam 300 mil, que precisam ser coletadas até o dia 7 de setembro.

Mas isso é fácil. A lista está disponível no site do MCCE e pode ser impressa em qualquer computador. Aí é só preencher com o nome completo, título de eleitor e data de nascimento.

Isso pode ser feito, por exemplo, no trabalho. Pegue uma lista, passe entre os colegas. Ela também pode ser levada para casa, onde pai, mãe e irmãos também podem assinar.

Depois é só mandar pelos Correios ou entregar na Igreja Católica ou na OAB. Mas se estiver em Goiânia prefira a Igreja porque a OAB já deu sinais de pouco envolvimento com o assunto.

Com essas assinaturas é possível entregar às nossas “excelências” um projeto que vai, no mínimo, mostrar o potencial delas para representarem o povo, afinal a proposta é de iniciativa popular e tem respaldo de diversos setores da sociedade civil organizada.

Aí será a hora da verdade. E tomara que isso limpe o Congresso Nacional, os Governos e as Prefeituras.

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