quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Identificação - Aliança FC

A garota estava se acostumando ao esporte e aos poucos se identificava, para a preocupação dos pais, que não gostavam de imaginar a filha como jogadora. Apesar disso, eles não proibiram. Com essa liberdade, surgiu o convite para treinar com o Aliança, no campo de areia, num parque ao lado do zoológico de Goiânia. “Eu não queria ir, achava que era difícil”, lembra Patrícia. O motivo? O próprio clube. “Sempre sonhava em jogar lá. Via o Aliança no jornal e pensava se não ia jogar no time delas”.


Ela então foi ao treino e seu o desempenho agradou ao técnico Luiz Cezar, que no mesmo dia foi à casa dos pais de Patrícia para pegar a autorização, por escrito, para que ela defendesse o time.


Com quase 14 anos, ela disputou seu primeiro campeonato estadual, em 1998, quando a equipe foi campeã. Naquele tempo, Patrícia era lateral infantil, mas seu futebol aparecia no juvenil e no adulto. Com a satisfação de quem realiza um sonho, 15 anos ela já era titular do time principal. “Sempre procurei ajudar o time e me considero até hoje uma jogadora raçuda”, afirma a atual capitã.

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