domingo, 17 de agosto de 2008

Sinceridade em campo - Aliança FC

Por essas e outras é que o casal não se preocupa muito com o que pensam e o que falam deles em corredores de federação e encontro de dirigentes. “Quem tem que gostar de mim é a minha família”, resume o pai de Ana Júlia, Juliana e Fabiana, casado com Patrícia há 18 anos e que dirige, em todos os sentidos, uma família chamada Aliança, que, aliás, já é considerada grande demais para ficar restrita ao sobrado do Gentil Meirelles. “Tá ficando muito grande para nós. Por isso temos que correr atrás de parceiros”. Mas as dificuldades não freiam o Aliança. “Enquanto tiver tocando com dignidade, com respeito, motivado e valendo a pena, a gente continua”. E o ânimo vem de um grupo com 70 jogadoras, que Patrícia define bem. “Acaba que vira uma família com algumas jogadoras. A gente vive com elas”.

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