quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Postura um tanto agressiva - Aliança FC

No intervalo, o recado é repetido de forma mais amena. Mas nem por isso com menos insistência. A intenção de Luiz é deixar bem clara a importância de se treinar com esforço e paciência. “O trabalho é de quatro a cinco anos para chegar bem no adulto”, emenda Luiz, que subiu a voz numa clara intenção de alertar jogadoras e familiares.

Depois do intervalo, o time melhora e passa a jogar com mais empenho, apesar dos gritos de Luiz sugerirem que em campo há uma catástrofe. E por pouco não houve um problema sério. Atrás no placar, os meninos do Goiás começaram a endurecer nas divididas. Entre apelos e reclamações a um árbitro molenga, Mar Selly, umas das jogadoras, acerta um soco na orelha de um garoto do Goiás. A tensão cresce, com a possibilidade de briga. Mas o que acontece é o fim do jogo, antes do tempo, com uma gritaria de um ou outro corneteiro que queria ver pancada.

Ao final, Luiz reúne as meninas e dá uma bronca pelo descontrole do time. No mais, ele é compreensivo com os motivos da briga. Após os informes finais, o treinador anota em um diário de classe a presença de cada jogadora. Só então elas vão ao vestiário para trocar de roupa. Com os uniformes devolvidos e os materiais guardados na Variant, é hora de voltar para casa. Algumas ganham carona de Luiz e Patrícia até o terminal de ônibus. As outras se despedem e deixam o Pite de bicicleta, moto e ônibus.

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