sábado, 9 de agosto de 2008

Do campo para casa - Aliança FC

De volta ao sobrado, é hora de reorganizar os materiais e atualizar os registros do treinamento e tentar aproveitar um pouco do fim de semana, além de não esquecer a rotina fora do Aliança. Mas isso só depois dos uniformes lavados e as anotações do treino saírem da pasta para o armário.

Essa é a rotina – sem jogo – do Aliança. Em meio aos treinos, registros e reuniões na federação, Luiz Cezar tem outra responsabilidade: a ambulância do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás. O emprego surgiu por meio do Projeto Rondon, em 1989. Lotado no transporte da UFG, Luiz já passou por vários departamentos até chegar ao HC, onde havia uma vaga de plantonista. O regime de trabalho, um dia inteiro e dois de folga, era ideal para conciliar as obrigações familiares, o emprego “em primeiro plano”, como faz questão de destacar, e a gestão do Aliança.

A divisão do time com a ambulância, no entanto, não esquenta o treinador. “Graças a Deus tenho um bom emprego e uma boa família”, declara Luiz, que se mostra um cara de bem e que sabe em quem confiar. Até porque, no meio do futebol, por mais que Gérson odeie, a lei da vantagem está enraigada em tudo.

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