segunda-feira, 21 de julho de 2008

Visão de futuro - Aliança FC

Provavelmente nesse período eles cuidaram de outros assuntos, entre eles o estatuto do clube, que estipulava algumas metas genéricas, como “desenvolver a educação física em todas as suas modalidades” e “promover reuniões e diversões de caráter desportivo, social, cultural e cívico”.

Quando foram definir o capítulo que tratava das competições esportivas, outras considerações genéricas, mas que retratavam o interesse, na época, de fazer o Aliança presença em competições oficiais, já que os atletas deveriam disputar campeonatos oficiais das entidades a que estiver filiado, sendo responsabilidade da agremiação cuidar do preparo técnico e físico dos atletas. Era óbvio, mas uma iniciativa que não se restringia ao futebol, apesar esporte mais popular do mundo estar presente no nome do clube.

Mas o principal detalhe do Aliança, a diferença entre em relação aos demais clubes esportivos, era o artigo 32 das regras do clube. Ele determinava que “o departamento feminino, a ser criado logo que seja possível, organizará competições e incentivará a prática de desportos úteis à cultura física da mulher, bem como a sua filiação às entidades superiores competentes”. A intenção era bem clara: inserir a mulher no cenário esportivo de Goiânia. Mas não se pode negar a que a proposta começou muito “intencional”, já que o “logo que seja possível” dava ares de promessa de campanha política ao propósito, além de projetar como a mulher era vista na sociedade.

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